quinta-feira, 8 de abril de 2010

08 de abril de 2010 - Ontem houve uma avalanche num morro chamado Bumba em Niterói. Muita gente morta, muitos desabrigados, muitos feridos. A "comunidade" foi construída sobre um lixão desativado. Quem permitiu essa barbaridade? O que os governantes fizeram? Essas pessoas não têm valor? Pelo visto, não, uma vez que a localidade era provida de energia elétrica legalizada, ou seja, era de conhecimento público sua existência regular. Então, cabe aos próprios moradores de um local quando virem a primeira residência irregular surgir, derrubarem sem esperar providências das autoridades, porque, senão, logo chega um político demagogo e irresponsável fornecendo vergalhões e tijolos e colocando faixas de apoio ao novo "bairro" e um juiz dando ganho de causa aos moradores, mas na hora da tragédia ninguém se apresenta para assumir sua responsabilidade.

Um comentário:

  1. Fui votar à tarde, na esperança de pegar menos filas. Infelizmente, isso não aconteceu. O que tinha de pessoas com crianças de colo, se acham espertas, até homem com criança no carrinho encontrei, e ainda dizem que querem exercer a cidadania, como? Bancando os espertos para não enfrentarem fila?
    Irritante. Duvido que não houvesse outra pessoa para tomar conta dos bebês. Se fossem ao cinema, haveria.
    Deixando isso de lado. Votei. Sem vontade, sem perspectiva de ver o mundo, o Brasil, a cidade, mudar. Sempre os mesmos candidados. Que opção temos? Na verdade não elegemos quem queremos, elegemos quem os partidos querem que sejam eleitos, eles nos fornecem os nomes, toma, aceite ou não. Você não pode votar em quem quer, tem que votar nesses aqui, ou em ninguém.
    Votar em ninguém, no Brasil, nada significa. Se você vota nulo para mostrar que não está satisfeito com as indicações, problema seu, ninguém está nem aí com o seu protesto.
    Uma moça na minha frente postava na camiseta: "Eu voto nulo, não sustento parasitas". Pensei, deveria estar escrito: Eu voto nulo, mas sustento parasitas, ou Eu voto nulo, mesmo assim sustento parasitas, porque você, seu burro, não sabe votar.
    Acho que essa camiseta não iria ser comprada.
    Intão, inté.

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