O Rio de Janeiro está chorando. São 23h45min, chove torrencialmente aqui no meu bairro. Moro na cidade do Rio, mas o pranto é geral: o estado todo chora.
Uma tsunami de violência nos assola. Bandidos estão queimando veículos e levando pânico à população, não podemos trabalhar, estudar, ir ao médico, temos que ficar em casa, ilhados, enquanto eles fazem a farra.
Se eu fosse deputada, apresentaria um projeto de lei acabando com a menoridade (não sei se esta palavra existe) penal. A criança e/ou o adolescente seria julgado de acordo com o seu grau de entendimento da ação praticada.
Segundo entendimento de vários psicanalistas, a partir de 4/5 anos a criança já sabe o que é certo e o que é errado. É claro que eu não julgaria uma criança dessa idade, ainda suscetível aos desejos de outrem, mas, aqueles galalaus que têm idade para decidir que não querem mais estudar, que a escola é lugar de "zoar", que o professor é um ultrapassado e não ensina nada que preste, que o bom memo é sair por aí espancando seus semelhantes ou tacando fogo em conduções, estes seriam julgados como adultos.
Outra coisa, viciado não seria mais um coitadinho. Foi pego com drogas para uso pessoal, então vai direto para uma clínica de reabilitação, na marra. A família paga o tratamento.
Para traficante, prisão perpétua é pouco. Tem que trabalhar para se sustentar e pagar os funcionários públicos de que dispõem. Não gosto de ficar sustentando esses parasitas nefandos que só visam ao mal. São pessoas que nascem com o gene da maldade. Tem gente que nunca fez nada que possa ser considerado bom. Se são psicopatas, sociopatas, têm que ser tratados, lobotomia química ou física, qualquer coisa para extirpar esses cânceres da sociedade.
Estou amarga, revoltada. Pena que no Brasil não há sentença de morte oficial, senão, por mim, esses párias que mesmo dentro da prisão tocam terror na população iriam para a vala mais profunda do cemitério para indigentes.
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